Mostrar mensagens com a etiqueta pensamentos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta pensamentos. Mostrar todas as mensagens

15/06/2010

Um dia igual a muitos outros


Cheguei a casa, cansada. Doem-me as costas, e não tenho energia para nada. Não vale a pena fazer de conta que não é nada....tenho de parar. Vim para a cama, porque estar deitada e descansar é talvez o melhor dos remédios para as dores. Farto-me de aqui estar! Não tenho vontade de ler, é difícil concentrar-me. Sou viciada no computador... mas não é fácil usar o portátil na cama. Ponho-o em cima do meu peito, e vou tentando acertar nas teclas para escrever esta mensagem...
Ontem foi um dia longo, recebemos a visitas de amigos para jantar... e isso é normalmente o suficiente para me deixar assim no dia seguinte...
Desde que as costas começaram a dar mais problemas comecei a sair menos, a ver menos gente, a ter menos gente em casa. E sempre que escolho fazer alguma destas actividades sei que as costas não me vão perdoar. Gostava de saber como é que as outras pessoas lidam com estes sentimentos. Às vezes sinto-me triste, outras vezes frustrada... mas não posso desistir de tentar ter uma vida "normal".

31/03/2010

Como estás?


Esta é provavelmente uma das perguntas mais difíceis de responder. Nunca sei o que dizer. Fico sem saber se a pessoa que me fez a pergunta quer realmente saber como estou ou não. É uma pergunta de simpatia, ou é uma pergunta sincera? Não sei adivinhar o que vai na cabeça dos outros. Se respondo, "Tudo bem", a outra pessoa vai achar que está tudo bem, o que nem sempre é o caso. Se respondo, "Nem por isso", estou a por um peso enorme na outra pessoa, a conversa fica pesada, e ficamos sem saber o que dizer mais. Se respondo, "Tudo na mesma", a outra pessoa fica à espera de mais detalhes? ou será suficiente para manter uma conversa leve? Enfim...
Só não podemos assumir que quando alguém nos responde "Tudo bem", quer realmente dizer "Tudo bem". Eu respondo "Tudo bem", mas na maioria das vezes não me sinto assim. Só não quero ter de falar das minhas coisas, da minha escoliose, das minhas dores, dos meus medos.